TRIUNFO VERDE-RUBRO A UM RITMO FRENÉTICO
O Marítimo, moralizado após a vitória frente ao 1.º de Maio, em jogo referente à Taça da Madeira, conquistou um novo triunfo, desta vez no reduto dos Prazeres. A equipa invicta consegue assim, depois de garantir a presença na final da Taça, reforçar a sua continuidade no topo da tabela do campeonato regional.
Mas não se pense que foi fácil, bem pelo contrário! Apesar do resultado expressivo de 6 - 3, os verde-rubros tiveram grandes dificuldades para vencer. Prova disso foi o facto do resultado ilustrar um empate a três golos a dois minutos do fim.
O início do jogo foi repartido, com remates para ambas as balizas, do qual resultou um golo madrugador. O Marítimo abriu o marcador através de Hugo, depois de Luciano não ter segurado a bola num primeiro remate.
Cerca de 4 minutos depois, Sérgio rematou por entre as pernas do guarda-redes, ampliando o marcador para 2 - 0.
A resposta dos locais não se fez esperar. Decorridos alguns minutos, um 'petardo' de Cláudio, de longa distância, reduziu a desvantagem e revitalizou a bancada.
Mas o golo mais vistoso do jogo estaria por surgir: passe fabuloso em balão de Eduardo, ainda no seu meio-campo, encontrou Góis mesmo na cara do guardião, que apenas teve de desviar a bola para fazer o golo do empate.
Ainda antes do intervalo, Dani, na marcação de uma grande penalidade duvidosa, colocou novamente a sua equipa em vantagem.
No segundo tempo a tónica do jogo manteve-se. Nos minutos iniciais a equipa dos Prazeres restabeleceu o empate através de Ricardo, redimindo-se duma falha flagrante que havia tido poucos segundos antes.
Quando se aguardava pelo fim do jogo, eis que a acumulação de faltas e o nervosismo fizeram o resto. 3 golos de livre directo nos últimos minutos ditaram o resultado final de 3 - 6 favorável para o Marítimo.
Os verde-rubros revelaram, deste modo, maior maturidade na fase crucial do encontro, garantindo um triunfo extremamente importante na luta pelo título. O Prazeres, por seu turno, mostrou qualidade.
Reacções:
Miguel Martins, técnico do Prazeres: "Na minha perspectiva o resultado mais justo para este jogo seria o empate. Quanto à arbitragem não vale a pena, nem quero comentar para no próximo (jogo) não ser pior".
Orlando Gomes, técnico do Marítimo: "Resultado justo. Fomos a equipa que mais procurou e construiu jogadas de golo. Estivemos sempre em vantagem no marcador. Se tivéssemos dilatado o resultado a equipa do Prazeres não teria reagido como reagiu. Os árbitros enganaram-se para os dois lados, por isso não queiram justificar o resultado com a arbitragem."
Fonte: DIÁRIO DE NOTÍCIAS



1 comentários:
Apenas um reparo, relativamente à grande penalidade. Em futsal não pode existir contacto físico. E quando um jogador carrega o adversário, sm jogar a bola daquela forma, penso que não ficam dúvidas. Mas as opiniões são para se respeitar, pena é que a sua opinião possa induzir em erro as centenas de pessoas que leram a sua reportagem.
REPLYSaudações